Notícias do Vale do Paranhana.

Autoridades, lideranças da comunidade, moradores e servidores públicos de Parobé participaram na noite de quinta-feira (29) de audiência pública que apresentou como será feita a instalação do sistema de videomonitoramento e cercamento eletrônico.

O evento foi promovido pela Câmara de Vereadores, a partir de um pedido da Comissão Permanente de Obras e Infraestrutura, que tem como integrantes os vereadores Idamir Antônio de Morais (PSDB), Moacir Jagucheski (Cidadania) e Dari da Silva (PROS).

— Estamos fazendo um trabalho coletivo para conseguir promover ações que tragam resultados à comunidade, principalmente no que diz respeito à segurança pública. Se precisamos de mais câmeras, vamos atrás de novas emendas — comentou Morais.

Inicialmente seis câmeras devem ser instaladas em áreas já definidas pelo município. O investimento soma mais de R$ 387 mil em recursos obtidos de emendas parlamentares.

— Esta audiência é fundamental para que a gente conheça e possa entender como será feito este processo de implementação. São coisas que precisamos debater, discutir e ver a forma de viabilizar — destacou o prefeito, Irton Feller.

Durante a audiência, a representante da empresa DGT tecnologia Ltda., Stelen Fronhofer, fez uma exposição a respeito do funcionamento dos equipamentos que serão instalados, e de que forma eles se interligam ao cercamento eletrônico.

Para que isto seja possível, o município firmou convênio com o Governo do Estado por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que realiza a implantação do Sistema de Segurança Integrada com os Municípios (SIM).

A Brigada Militar vai monitorar as imagens em uma sala de comando e controle localizada na sede da instituição.
Segundo o chefe da divisão de tecnologia da informação da SSP, Major Moacir Simões Almeida Junior, são seis as etapas necessárias para concluir a implantação, sendo que o município já esta na quarta.

— Temos um prazo bem curto de execução, a tendência é que até o início de março todos os pontos já tenham sido entregues — afirmou.

Já o cercamento eletrônico é feito em um processo posterior.

— Para o município é importante que se pense logo no cercamento, a fim de que a cidade tenha pontos de referência para a leitura da placa de veículos. Este é um passo adiante muito necessário — salientou.

Durante o período de quatro meses após a instalação, o único custo aos cofres públicos do município será a energia elétrica utilizada. Depois, a Prefeitura deverá formalizar um contrato de manutenção para que as câmeras continuem operando.

De acordo com o Jagucheski, o evento contribuiu muito à comunidade que recebeu a informação completa. “A presença da comunidade aqui no Legislativo com certeza enriquece ainda mais o debate a respeito deste processo de implantação. Tiramos todas as dúvidas e aguardamos agora a conclusão”, ressaltou.

PRESENÇAS

Participaram também da audiência, o secretário de Segurança, Carlos Freitas, o presidente do Consepro, Álvaro Kichler, além dos vereadores, Gilberto Gomes (PRB), Maristela Toffoli (PT), Jair Bagestão (sem partido), Maria Eliane Nunes (MDB), Antônio Carlos dos Santos (PDT) e Elario Jahn (MDB).