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Selos, cédulas, moedas, gibis, brinquedos… A lista é longa. O 13° Encontro Nacional de Filatelia, Numismática e Colecionismo de Taquara, que teve início nesta sexta-feira (10), no Clube Comercial, mostra que o hábito de colecionar exige investimento de tempo, dinheiro e, claro, muita paixão e dedicação.

O evento é para os nostálgicos uma busca por aquela peça mais rara, a nota estrangeira mais antiga, a edição histórica de uma revista ou livro, ou mesmo uma figurinha limitada (confira na galeria abaixo alguns dos itens que a reportagem encontrou nas mesas de negociações).

E para isso, ao longo do dia, os colecionadores realizam mesas de negociação, exposição de diversas coleções e oficinas sobre numismática e filatelia.

Quem também marca presença significativa são os Correios de Taquara. De acordo com a gerente, Naira Maria Breier, o município tem uma das poucas agências filatélicas do País, e dispõe de edições históricas de selos e álbuns.

— Sempre apoiamos o evento desde sua primeira edição, em 2004. Trazemos para cá todos os produtos de filatelia que comercializamos, como selos, álbuns, bonequinhos, cartões postais, entre outros — explica.

E as ofertas são verdadeiros achados pelos colecionadores, como explica Naira.

— Anualmente, os Correios lançam um álbum com todos os selos utilizados no ano anterior. A grande vantagem é que eles são vendidos ao preço de época, sem correção. O de 2002, por exemplo, que custava R$ 50 há 16 anos, pode ser comprado aqui pelo mesmo valor.

Naira mostra coleções completas de selos especiais disponibilizadas pelos Correios

Neste sábado (11), as atividades têm início às 9h. Às 20h, marcando o encerramento do encontro, ocorrerá um coquetel especial para os participantes.

Paralelo ao encontro, ocorrerá uma exposição sobre a cultura negra no Brasil documentada por meio de objetos autênticos da época da escravidão.

GALERIA DE ACHADOS