Notícias do Vale do Paranhana.

“O Menino que descobriu o vento” foi o filme que os estudantes dos terceiros anos da Escola Estadual Felipe Marx, de Taquara, assistiram na manhã da última sexta-feira (16), no auditório 3 do Centro de Eventos Faccat. O encontro marcou mais uma edição do projeto Cinema, Pipoca e Bate-Papo na Faccat.

A ação tem a meta de promover saúde, bem-estar para todos e também proporcionar um momento de trocas e experiências. A realização é do Centro de Artes e Cultura e conta com apoio do Núcleo de Orientação Profissional e de Carreira (NOPC), e do curso de Psicologia, por meio do projeto Viver Bem.

Após a sessão de filme, os mais de 40 alunos participaram de um momento de interação com estagiárias do curso de Psicologia da Faccat, que conversaram com os estudantes sobre o filme e sobre a vida.

OBRA AUTOBIOGRÁFICA

William Kamkwamba (Maxwell Simba) é um garoto de 13 anos que não aguenta mais ver sua família e seus amigos passarem por dificuldades. Uma forte seca toma conta da região do Malawi em que ele mora e, com isso, nenhuma plantação consegue se desenvolver.

Para Kamkwamb, ir para a escola é a grande oportunidade de mudar de vida e ajudar os seus pais. Porém, como a família não consegue vender a plantação, faltam recursos para pagar a mensalidade.

É aí que ele decide aprender sozinho. Em uma pequena biblioteca local, Kamkwamb aprende sobre engenharia e energia eólica. Na cara e na coragem, ele constrói um sistema de moinho e de bombeamento de água que transforma a vida dos moradores de sua aldeia.

A história do jovem africano ganhou o mundo por meio de um livro autobiográfico lançado em 2009. Dez anos depois, a narrativa inspirou o filme original da Netflix O menino que descobriu o vento, dirigido pelo britânico Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão), que interpreta o pai de Kamkwamb no longa.

William Kamkwamba em imagem reproduzida do livro “O menino que descobriu o vento” (Ed. Objetiva). (Foto: Reprodução/“O menino que descobriu o vento”)