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“Mande um e-mail para meu coração e diga que nosso amor nunca morrerá”. Assim começava o refrão de Email my heart, canção que Britney Spears gravou para seu álbum de estreia, Baby One More Time, no fim do século passado.

Hoje a frase soa datada e até um pouco cafona. Porém, na época, parecia uma boa ideia. “Todo mundo tem enviado e-mails, então todos podem se identificar com essa música”, declarou a cantora numa entrevista, em 1999.

Às vésperas do novo milênio, a internet ainda se apresentava ao mundo como uma novidade estimulante. A conexão discada era instável. O acesso, restrito a poucas residências e cybercafés. Nesse contexto, era realmente incrível escrever uma “carta” e receber a resposta no mesmo dia, ainda que o destinatário estivesse do outro lado do globo. Vale lembrar que redes sociais e Whatsapp nem sequer existiam.

Porém, justamente com por causa dos aplicativos de comunicação, o bom e velho e-mail acabou ficando apenas velho. Alguns adolescentes alegam jamais ter trocado recados pessoais via endereço eletrônico. Ainda assim, esse recurso não perde a relevância – apenas mudou de função. Saiba mais a seguir.

Britney Spears: everyone has been doing emails

“Todo mundo está enviando e-mails”, disse Britney em 1999.

O primeiro e-mail

Os experimentos que deram origem à internet como a conhecemos tiveram início na década de 1960. Nesse período, a rede de computadores então denominada ARPANet tinha fins militares, sem pretensões comerciais. E a troca de mensagens já figurava como uma das possibilidades da tecnologia.

Coube a um grupo de engenheiros aprimorar o correio eletrônico, chegando a uma interface semelhante à atual. Entre esses profissionais, estava Ray Tomlinson, que conta detalhes da história em seu próprio site.

Os primeiros e-mails não tinham nada de extraordinário. Eram conteúdo de teste, como a sequência de letras QWERTYUIOP. O texto saía de um computador e outra máquina, logo ao lado, recebia o recado. Vendo que o programa funcionava, Tomlinson escreveu a seus colegas de equipe para anunciar que o sistema estava operante. Isso foi em 1971.

Uma curiosidade é a escolha da arroba (@) para os endereços eletrônicos. Em inglês, o símbolo se chama “at”, que também significa a preposição “em”. Como ninguém tem arroba no nome, essa foi uma solução eficiente para separar as denominações de usuário e servidor. Ou seja: “fulano@local” nada mais é que “fulano [em] nome do servidor”, indicando os dados do remetente.

Computadores utilizados nas primeiras trocas de e-mails

Maquinário usado nas primeiras trocas de e-mails. Foto: Dan Murphy/Reprodução

O e-mail ficou velho?

Como dissemos ali em cima, muitos jovens consideram o e-mail tão arcaico quanto o telegrama. Trata-se de uma forma de comunicação muito demorada. Não dá para saber se o sujeito visualizou a mensagem, nem se está digitando uma resposta. Pelo menos é isso que aponta esta reportagem de O Globo.

No entanto, a mesma matéria explica por que o correio eletrônico ainda resiste aos messengers da vida. Tem a ver com a organização da caixa de entrada. Você pode armazenar os arquivos em pastas e classificá-los conforme o tema. Com poucos cliques, é fácil encontrar um e-mail de dez anos atrás – algo impensável em aplicativos como o Whatsapp.

Desse modo, o correio eletrônico se torna uma importante ferramenta para negócios. As conversas ficam registradas, atribuindo formalidade ao processo.

Outro recurso que não perde a popularidade são as Newsletters.  Isso porque o feed das redes sociais é caótico, misturando notícias, vídeos de gatinhos e fotos do batizado do primo em terceiro grau. Com tanta informação circulando pela web, muitos usuários sentem necessidade de uma curadoria, isto é, de alguém que filtre somente o conteúdo relevante. Logo, assinam esse tipo de serviço. O material chega uma vez por semana (ou mês) à inbox, botando o indivíduo a par dos assuntos de seu interesse.

Em resumo, pode até ser que o zap tenha a preferência do público, se for para bater papo com a família e os amigos. Contudo, o e-mail funciona como um ponto de referência na web. É útil para a comunicação corporativa, para o cadastro em lojas on-line e para tantas outras funções. Não é à toa que 4,1 bilhões de pessoas terão seu próprio endereço eletrônico até 2021, segundo projeção da consultoria Radicati Group, de Palo Alto (EUA).

E o futuro, como será?

Apesar dos prognósticos favoráveis ao vovô da comunicação on-line, não dá para dizer que o e-mail é para sempre. Aliás, nada na web é eterno. A tecnologia continua avançando e pode ser que, daqui a 30 anos, outros protocolos substituam os atuais.

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