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Houve um tempo em que o computador perfeito precisava de um HD com bastante capacidade de armazenamento. Softwares, jogos e filmes eram guardados diretamente na máquina, e esses arquivos ocupavam bastante espaço.

Porém, na última década, os hábitos de consumo vêm mudando. Em vez de baixar vídeos, assistimos aos nossos programas favoritos via plataformas de streaming. Já os documentos de trabalho estão salvos na nuvem, podendo ser acessados de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Mas você já se perguntou o que é a nuvem? Como será que funciona essa tecnologia? É o que vamos desvendar a seguir.

Como surgiu o termo cloud computing

A nuvem pode ser entendida como uma rede global de servidores. São aparelhos espalhados por todo o mundo para armazenar informações, executar aplicativos e fornecer serviços aos usuários.

O escritor Hua Hsu, em artigo publicado no site da revista The New Yorker, comenta que o termo funciona como uma boa metáfora. Nossos dados ficam suspensos num lugar etéreo, sem fio, em oposição à dureza material dos cabos, plugues e drives de CD.

Essa ideia de comparar a telecomunicação às formações gasosas que flutuam sobre nossas cabeças já existe há algumas décadas. Engenheiros das companhias de telefonia referiam-se à estrutura de rede como cloud (“nuvem” em inglês). Segundo reportagem do site Technology Review, a transposição para o cloud computing (computação na nuvem) provavelmente ocorreu em 1996.

Nessa época, o executivo George Favaloro, da Compaq, e o tecnólogo Sean O’Sullivan, da startup NetCentric, desenvolveram um projeto para aplicações de computação na nuvem. O serviço permitiria aos usuários armazenar arquivos num servidor remoto, sem que fosse necessário ocupar o próprio HD.

Tratava-se de um pensamento vanguardista, para não dizer visionário. Mais de 20 anos depois, as soluções on-line são uma realidade. Infelizmente, a dupla nunca colheu resultados dessa empreitada. Os planos iniciais foram arquivados. Até mesmo uma tentativa de O’Sullivan de registrar a marca “Cloud Computing” fracassou. A nuvem, como tantos protocolos da web, não tem um único dono.

Como funciona o armazenamento na nuvem

Salvar um documento na cloud é como arquivá-lo num computador pessoal. A diferença é que o conteúdo será gravado num dispositivo a quilômetros de distância.

As informações viajam pela internet e vão parar num servidor, ou seja, um conjunto de HDs interligados. Os servidores, por sua vez, ficam abrigados em prédios conhecidos como data centers. Isso quer dizer que os dados digitais não vagam pelo limbo. Eles precisam de um local físico para existir.

No entanto, assim como as Cumulus Nimbus no céu, os data centers são inacessíveis à maioria da população. Essas instalações são protegidas por fortes esquemas de segurança, justamente para garantir a integridade dos equipamentos.

A comunicação entre o servidor e o usuário ocorre por meio de “portas”. Quando você se conecta ao Google Drive, por exemplo, seu computador utiliza um protocolo para abrir a porta que dá acesso ao arquivo desejado. Um dos protocolos mais comuns é o HTTP, o mesmo usado para endereços da web.

Na prática, qualquer pessoa que obtivesse a URL de uma pasta do Drive conseguiria visualizar os documentos lá armazenados. Seria como se ela encontrasse uma chave para aquela porta. Portanto, é preciso reforçar a proteção com um cadeado.

As trancas do ambiente digital são, basicamente, o login e a senha. A maioria dos servidores também utiliza criptografia para resguardar o conteúdo pessoal de cada cliente. Os documentos são “quebrados” em várias partes e, muitas vezes, duplicados em outro servidor. Desse modo, tornam-se imunes à ação de hackers e a acidentes físicos – vai que um data center pegue fogo, né?

No vídeo abaixo, produzido pelo Canal TI, você confere a diferença entre os modelos de computação em nuvem (SaaS, PaaS e IaaS).

Em acréscimo aos serviços de nuvem pública (Dropbox, One Drive e tantos outros), existem sistemas de nuvem privada. Esses são voltados a usuários específicos, como os colaboradores que precisam acessar a rede interna de uma empresa.

Organizações que operem com uma grande quantidade de arquivos digitais podem recorrer à solução para reduzir o custo do armazenamento de dados. Aqui no blog, já falamos sobre essa e outras vantagens do cloud computing.

Contudo, vale lembrar que a nuvem só funciona quando a conexão colabora. Caso haja uma tempestade, literal ou metaforicamente, pode ocorrer perda do sinal. Sendo assim, você precisa de uma banda larga rápida e estável para ter acesso aos seus documentos sempre que quiser.

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