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Sorte de quem consegue viajar para o litoral numa quarta-feira à tarde. As rodovias registram pouco movimento, então o tráfego segue sem transtornos.

Agora experimente fazer o mesmo trajeto à tardinha, numa véspera de feriadão. Você provavelmente passará algumas horas a mais no trânsito, sem conseguir avançar. Natural, né? A maioria dos veranistas cumpre expediente em horário comercial antes de se liberar para a folga. O resultado é que muita gente toma o rumo da praia a partir das 17h, superlotando as pistas.

Quando falamos em transmissão de dados, quase sempre usamos a metáfora da estrada engarrafada. As lógicas são parecidas: quanto mais informações circulam de um ponto a outro, mais altas são as chances de congestionamento nas linhas. A menos, claro, que você invista numa estrutura que comporte todo esse fluxo.

Por isso, a rede corporativa deve ser como uma BR duplicada: robusta. Tudo depende da tecnologia utilizada.

Velocidade de transmissão começa pelos cabos

Aqui no blog, já explicamos como escolher a configuração do computador ideal. O processador, a memória RAM e a placa de vídeo, entre outros componentes, devem atender às necessidades do uso. É por isso que você não precisa de uma “Ferrari”, pois o “carro popular” cumpre o objetivo de ir e vir. (Viu como as alusões automotivas funcionam?)

Acontece que, numa empresa, a demanda por alto desempenho será maior que em casa. Isso porque as organizações buscam produtividade. Na intenção de entregar mais resultados em menos tempo, qualquer segundo encurtado da viagem faz diferença. Sendo assim, o mais prudente é investir em produtos de qualidade.

Comece verificando o padrão dos cabos. Eles podem interferir na velocidade da transferência de dados. Note que, nesse ponto, não se trata de conseguir uma internet mais veloz. O que está em jogo é a possibilidade de passar arquivos pesados de um computador para outro com rapidez.

Cabos de rede do tipo Cat5 ou Cat5e são mais lentos. Embora deem conta de um ambiente residencial, costumam ser limitadores num escritório todo informatizado. Por isso, dá-se preferência ao formato Cat6, que suporta um tráfego de até 10 Gigabits.

Outra questão diz respeito à blindagem desses equipamentos. Se as máquinas estiverem perto de redes elétricas ou antenas retransmissoras, há risco de interferência dos sinais. Nesse caso, procura-se utilizar cabos com alguma liga de alumínio ou aço. Isso os torna resistentes, mas também mais rígidos e difíceis de manusear.

Ainda, verifique a compatibilidade dos demais aparelhos. O switch, que interliga todas as estações de trabalho, deve permitir o livre fluxo de informações na velocidade almejada. Do contrário, torna-se um gargalo, ou seja, um ponto de lentidão no meio do processo. Imagine-o como uma praça de pedágio no meio da Free Way: o trânsito flui melhor quando as cancelas estão liberadas.

Internet rápida depende de um roteador adequado

Além da rede cabeada, que facilita a comunicação entre computadores, muitos estabelecimentos buscam soluções sem fio. Trata-se da forma mais prática de oferecer internet para os clientes, ou mesmo para o público interno. E o maior cuidado está em dimensionar o tamanho da estrutura.

Pensemos num restaurante com capacidade para atender 70 pessoas simultaneamente. Se cada comensal tiver um smartphone, serão dezenas de dispositivos móveis conectados ao mesmo ponto. Aí não basta o proprietário assinar um pacote de banda larga. O roteador, retransmissor do Wi-Fi, terá que entregar essa qualidade de sinal.

Voltando às comparações com carros, ter internet rápida e roteador ruim é o mesmo que dirigir uma Ferrari no centro da cidade. O limite de velocidade é tão baixo que não justifica o investimento. Porém, como usuário nenhum quer abandonar seu carrão, o jeito é construir uma pista de corrida para trafegar sem barreiras – ou melhor, escolher um roteador que possibilite navegações concomitantes.

Por fim, vale observar a frequência do Wi-Fi. Alguns padrões dessa tecnologia operam na faixa de 2,4GHz, a mesma utilizada por eletrodomésticos como telefones sem fio, babás eletrônicas e fornos de micro-ondas.

Devido à possível instabilidade da conexão, prefira configurações que operem na faixa de 5GHz. Essa permanece livre de interferências. O vídeo acima, produzido pelo Tecmundo, traz outras dicas de como escolher o roteador.

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