Aproveite o melhor da internet com a TCA. Assine agora: 51 3541.9100

Muitos símbolos da tecnologia são considerados universais. Porém, antes da adoção em massa, é necessário que alguém estabeleça um padrão a ser seguido.

Nós já falamos, aqui no blog, sobre como surgiram alguns dos ícones mais usados no dia a dia. As figuras de play, stop e pause são herança dos gravadores de fita magnética. As três linhas horizontais que correspondem ao menu de alguns sites quase cederam lugar ao asterisco. Já os desenhos de Bluetooth e USB remetem à história e até à mitologia de povos antigos.

Como ainda restam muitas curiosidades a revelar, decidimos elaborar uma continuação para o post. A seguir, confira como outros símbolos da tecnologia tornaram-se comuns no nosso cotidiano.

Arroba

Antes da internet, a arroba já existia como unidade de medida para gado. Era um valor próximo aos 15kg.

Tudo mudou em 1971, quando o programador Raymond Tomlinson testava um protocolo de troca de mensagens entre computadores. Aquela tecnologia daria origem ao e-mail como o conhecemos.

Tomlinson escolheu a “cobrinha” para separar as denominações de usuário e servidor. Em inglês, a figura se chama at, palavra que também designa a preposição “em”. Assim, o endereço “fulano@local.com” soa literalmente como “fulano [em] local.com”. Outra vantagem é que ninguém tem arroba no nome, o que evita confusões na nomenclatura.

Power

O padrão para o botão liga/desliga foi definido oficialmente em 1973, pela International Electrotechnical Comission. Ele tem origem num sistema binário adotado por engenheiros durante a Segunda Guerra Mundial.

À época, o número zero (0) significava que o dispositivo estava desligado, enquanto o um (1) indicava um aparelho em funcionamento. Os membros da comissão internacional, então, unificaram os algarismos na forma de um círculo cortado por um traço vertical. Era o sinal de energia em estado de espera.

Mais tarde, o Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) dos Estados Unidos simplificou o significado para power (energia). Em muitos casos, nota-se que o equipamento está ligado quando a luz muda de vermelho para verde.

Marcador de lugar

Sabe aquele indicador em forma de gota que aponta a localização num mapa? Mais um mérito do Google.

A criação do dinamarquês Jens Eilstrup Rasmussen tem caráter funcional. Era preciso encontrar um design que não obstruísse a visão do usuário, então alternativas como um ponto ou uma estrela foram descartadas.

O marcador de lugar do Google tem até patente registrada nos Estados Unidos. No entanto, isso não impede que ícones similares sejam usados em outros serviços on-line, ou mesmo na publicidade de hotéis. A peça é tão característica dos tempos atuais que virou item do acervo do MoMA, o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.

Wireless

E o que dizer daquela maravilhosa imagem que mostra onde tem Wi-Fi disponível? Três curvas concêntricas sobre um círculo. A representação visual de uma antena transmissora de dados. Em interfaces digitais, esse desenho ajuda a observar se a internet sem fio está ativa e forte – algo extremamente necessário, já que nenhum ser humano consegue enxergar ondas eletromagnéticas a olho nu.

Radares, rádios e outros instrumentos também usam soluções parecidas para verificar a intensidade do sinal. Uma das mais populares são as barras verticais, as mesmas que mostram se a rede de telefonia do seu celular está operante.

A figura de wireless começou a aparecer em computadores no início deste século, logo após a formalização dos primeiros protocolos de Wi-Fi. A origem é incerta.

RSS

Não confunda o símbolo de internet sem fio com o elemento gráfico a seguir! Este último possui apenas duas curvas concêntricas e, geralmente, tem o fundo alaranjado.

Trata-se do ícone para Rich Site Summary ou Really Simple Syndication (RSS). O recurso era muito utilizado por blogs e portais de notícias antes da popularização das redes sociais. Quando a pessoa queria seguir o conteúdo, ela assinava o feed para receber as atualizações diretamente no e-mail ou num serviço específico, como o Google Reader.

Cada empresa usava um botão de “inscreva-se” próprio. Foi aí que, em 2004, o designer Stephen Horlander desenvolveu o célebre desenho para o navegador Firefox. No ano seguinte, o Internet Explorer incorporou-o, sendo logo acompanhado pelo Opera. Assim, aos poucos, o símbolo se consolidou como padrão universal.

Quer conferir as atualizações dos seus sites favoritos sem deixar nenhum conteúdo para trás? Então mude para uma conexão estável e rápida de verdade. Conheça os Planos de Fibra Ótica da TCA. Com a nossa banda larga, você aproveita o melhor da internet.