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Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) apontam expansão no segmento de lojas online. Segundo relatório da entidade, o setor deve fechar 2018 com um faturamento de R$ 69 bilhões, 15% a mais que no ano passado. Serão cerca de 220 milhões de pedidos feitos pela internet até o fim do período.

Boa parte desse volume de vendas fica com grandes players do mercado, como Amazon, Submarino e Lojas Americanas. No entanto, os pequenos varejistas também podem encontrar boas oportunidades de negócio com o chamado e-commerce.

É fácil entender as vantagens. Pela web, a clientela pode efetuar uma compra com comodidade, a qualquer hora do dia, sem sair de casa. Acabam-se as filas no caixa, os gastos com estacionamento de shopping e o tumulto do horário comercial.

Para a empresa, isso pode significar expansão das atividades, uma vez que o público não está mais restrito a uma região geográfica. Dependendo do produto oferecido, a mercadoria pode ser despachada para o mundo inteiro.

Porém, para que a operação dê certo, é preciso conhecer o território digital. Não importa se você é comerciante das antigas ou iniciante no empreendedorismo: caso queira abrir uma loja virtual, deve seguir estas recomendações.

1. Encontre um nicho de mercado

A concorrência de um e-commerce é maior, pois a “vizinhança” são os incontáveis sites web afora. Por isso, destacam-se os nomes que apresentem algum diferencial.

Analise o mercado. Tente verificar como companhias da mesma área se posicionam. Perceba, então, quais são as lacunas – ou seja, as necessidades de consumo que não estão sendo atendidas. Esse exercício de benchmarking ajuda a definir o público-alvo e a identidade da marca.

Um exemplo: todo supermercado vende copos e canecas. Agora, se você oferecer acessórios com desenhos e frases criativas, pode conquistar uma base de clientes específica, disposta até a pagar mais caro por peças únicas.

2. Observe a legislação

Todo estabelecimento, online ou offline, deve obedecer ao Código de Defesa do Consumidor. Só que esse texto, de 1990, não contempla especificidades de compras feitas pela internet.

Para resolver tais questões, o governo federal instituiu o Decreto nº 7.962/2013. Entre as regras do documento, estão a obrigatoriedade de uma etapa de confirmação do pedido e a exigência de proteção dos dados dos usuários.

Ainda, a tributação sofre alterações. Nas vendas interestaduais, a arrecadação de ICMS é compartilhada entre o estado de origem e o estado de destino da encomenda.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) possui cartilhas que elucidam esses pontos. Tire suas dúvidas sobre os aspectos legais e os impostos do comércio eletrônico.

3. Acompanhe a tecnologia

Existem diversas plataformas, inclusive gratuitas, que ajudarão você a pôr o e-commerce no ar. Certifique-se de encontrar a solução certa.

O sistema deve facilitar o cadastro de novos itens, com espaços para a descrição dos produtos e a organização por categorias e subcategorias. Também é importante que permita o upload de imagens em boa resolução, o que torna o catálogo mais atrativo.

Convém reservar uma área da página para as resenhas dos consumidores. Segundo levantamento do Ibope, feito em 2015, 47% das pessoas procuram informações sobre um artigo antes de adquiri-lo. Portanto, avaliações positivas funcionam como propaganda favorável.

Por fim, lembre-se de adotar um backoffice eficiente. Isso significa otimizar os processos internos, como o controle do estoque, a contabilidade e a emissão de notas fiscais. Muitas dessas tarefas podem ser automatizadas.

No vídeo abaixo, o empresário Paulo Chacur aborda outros detalhes técnicos.

 

4. Capriche na arquitetura do site

Pense numa livraria ou numa boutique. A mercadoria é dividida em setores devidamente organizados e sinalizados, certo? Essa lógica sobrevive no meio digital, como forma de melhorar a experiência de compra. O conteúdo deve estar dentro de uma hierarquia, para que o visitante localize rapidamente o que deseja.

Tudo fica mais fácil se o layout for claro e funcional. Quando o usuário tem dúvida sobre onde clicar, muitas vezes desiste da loja e procura a concorrência. Para evitar esse problema, invista em recursos de acessibilidade e numa comunicação visual adequada. O trabalho de bons profissionais garante o melhor resultado.

5. Reforce o atendimento ao consumidor

O Decreto nº 7.962 também estabelece que o comércio eletrônico mantenha um atendimento eficaz ao público. A intenção é resolver demandas “referentes a informação, dúvida, reclamação, suspensão ou cancelamento do contrato”.

Há ferramentas variadas. Formulário, e-mail e chat são as mais comuns. O importante é assegurar uma resposta rápida ao consumidor, garantindo sua satisfação.

Em pequenos empreendimentos, os próprios sócios costumam assumir a tarefa. Já grandes varejistas contam com uma equipe inteira dedicada à função. Seja qual for a sua realidade, esteja online na hora certa.

Com a Fibra Ótica da TCA, você tem uma conexão rápida e estável para dar retorno a qualquer mensagem. Não perca nenhuma oportunidade de negócio: conheça nossos planos e aproveite o melhor da internet. Boas vendas!