Apresentação

Este blog é uma tentativa de traduzir o trabalho do pensamento em palavra escrita, com direito a falhas, equívocos e perdões.
Obrigado aos que tiveram o trabalho de dedicar sua atenção!

Perfil

Marcos Kayser é filósofo e empresário. Escreveu o livro O Paradoxo do Desejo, com prefácio de Márcia Tiburi, onde busca investigar a "mecânica do desejo nas relações de poder", e o livro Quando Tamanho não é documento, contando a história da gestão da TCA, empresa da qual é um dos fundadores e foi vencedora do Prêmio Nacional de Inovação. Idealizador do Scopi, software líder de mercado, que tem como objetivo ajudar as organizações a criarem a cultura do planejamento.

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3 soluções para a falta de engajamento

“- Está difícil engajar a minha equipe!” Esta é uma afirmação, com ares de queixa, bastante comum entre os gestores, independentemente do porte e do segmento da empresa. A falta de engajamento é um problema sério e se percebe quando os membros da equipe não cumprem com os processos previamente estabelecidos e não se preocupam em aperfeiçoá-los. Sem processo atualizado, não se tem melhoria contínua e a qualidade necessária para ganhar o mercado. A falta de engajamento também se manifesta no relaxamento que ocorre com relação às metas. Muitos nem se quer sabem ou se lembram das metas da empresa e das suas metas individuais. Enquanto alguns gestores acabam se conformando com a situação e ficam a mercê da sorte, outros não desistem e buscam adotar medidas concretas para reverter o problema. Destaco 3 procedimentos, que bem aplicados viram soluções, para conquistar o tão sonhado engajamento:

  1. Treinamento e conscientização da equipe (conhecimento) : O conhecimento sobre as metas , projetos e processos da organização é ponto de partida para que o engajamento aconteça. A equipe precisa saber o quê, o como e também o porquê.  Junto deste conhecimento, que se conquista com treinamento, vem a conscientização do papel que cada um tem e a sinergia que precisa existir entre pessoas e setores já que numa empresa e na vida como um todo um depende do outro.
  1. Acompanhamento de parte do gestor (monitoramento): Só definir as metas e ensinar os processos e os meios de alcançá-las, não basta. É preciso estar junto, líder e liderados. Estar junto significa estar disponível para ouvir e esclarecer dúvidas e, principalmente, criar uma rotina de reuniões de avaliação e implementações de melhorias, cujas decisões e encaminhamentos acontecem através do consenso, na medida em que todos sabem onde a empresa deseja chegar.
  1. Reconhecimento com participação nos resultados (motivação): Para que as pessoas estejam engajadas precisam se sentir parte importante do todo e, desta forma, motivadas. Quem não gosta de se sentir importante? Porém, para além da importância, a recompensa financeira precisa acontecer. Não basta somente elogios. Para isso, uma ótima iniciativa é implementar um programa de participação nos lucros e resultados.

Estes 3 procedimentos só terão efeito se a empresa preencher alguns requisito, dentre  os quais pessoas com o perfil adequado às atividades e um planejamento estratégico claro que traduza a sua identidade (filosofia).

Ao fim ao cabo, a falta de engajamento não é um problema da equipe, mas sim do gestor. Cabe a ele ser um bom líder e persistir na busca sem fim pelo engajamento de todos.

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