Apresentação

Este blog é uma tentativa de traduzir o trabalho do pensamento em palavra escrita, com direito a falhas, equívocos e perdões.
Obrigado aos que tiveram o trabalho de dedicar sua atenção!

Perfil

Marcos Kayser é filósofo e empresário. Escreveu o livro O Paradoxo do Desejo, com prefácio de Márcia Tiburi, onde busca investigar a "mecânica do desejo nas relações de poder", e o livro Quando Tamanho não é documento, contando a história da gestão da TCA, empresa da qual é um dos fundadores e foi vencedora do Prêmio Nacional de Inovação. Idealizador do Scopi, software líder de mercado, que tem como objetivo ajudar as organizações a criarem a cultura do planejamento.

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E o sonho da incubadora ainda não acabou

Na semana passada tivemos ótimas notícias relacionadas a área da tecnologia no Rio Grande do Sul. Houve o anúncio do primeiro chip encapsulado produzido no Estado, junto ao parque tecnológico da Unisinos. Para quem não tem muita familiaridade com o termo, chip é um componente eletrônico que reúne vários circuitos que desempenham uma gama variada de funções e comandam a grande maioria dos aparelhos eletrônicos modernos. A TV tem chip, o computador tem chip, o celular tem chip e por aí vai. Por isso, produzir um chip representa muito. Também na semana passada o governo gaúcho firmou parceria com a Coréia do Sul, país com tradição em pesquisa e produção de alta tecnologia. A parceria envolve cooperação na área educacional, científica e tecnológica. Ainda na semana passada ocorreu em São Leopoldo o 1º Fórum Brasil-Coréia do Sul em Ciência, Tecnologia e Inovação. Em Novo Hamburgo, entre os dias 17 e 23, ocorreu a Semana Estadual de Ciência e Tecnologia. Nesta semana, em Novo Hamburgo, mais atividades serão realizadas na Fenac, envolvendo o tema tecnologia, eventos que são abertos para estudantes e empresários interessados. Enquanto São Leopoldo e Novo Hamburgo investem no desenvolvimento da área tecnológica e já possuem incubadoras e parques tecnológicos com empresas de ponta, gerando emprego neste setor estratégico, o sonho já antigo de ter no Paranhana uma incubadora apoiada por uma instituição de ensino, continua no “mundo das idéias”, ou seja, muito distante da nossa realidade. Particularmente, fico curioso para saber porque ninguém quer ser “pai desta criança”. Faltará competência, coragem ou vontade? Já pensaram se o Paranhana tivesse uma economia pulsante não só no calçado mas também na tecnologia chamada de ponta? Esperemos que algum dia um professor, a exemplo do professor Harald Bauer, crie o que este mestre já criou, cada um no seu contexto, é claro. Mas em comum tenha a abnegação e a visao inovadora.

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