Apresentação

Este blog é uma tentativa de traduzir o trabalho do pensamento em palavra escrita, com direito a falhas, equívocos e perdões.
Obrigado aos que tiveram o trabalho de dedicar sua atenção!

Perfil

Marcos Kayser é filósofo e empresário. Escreveu o livro O Paradoxo do Desejo, com prefácio de Márcia Tiburi, onde busca investigar a "mecânica do desejo nas relações de poder", e o livro Quando Tamanho não é documento, contando a história da gestão da TCA, empresa da qual é um dos fundadores e foi vencedora do Prêmio Nacional de Inovação. Idealizador do Scopi, software líder de mercado, que tem como objetivo ajudar as organizações a criarem a cultura do planejamento.

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Um pouco da repercussão do Debates pelo Rio Grande

O Debates pelo Rio Grande, programa da RBS, realizado na semana passada, em Taquara, teve uma boa repercussão no Estado, principalmente depois de ter sido exibido no último domingo pela TVCOM. A região foi destacada por já possuir um planejamento estratégico regional estruturado, como é o caso da Agenda Paranhana 2020 e ter mais de 40 projetos elencados. Outra boa impressão deixada foi o Portal da Transparência do Paranhana, que abre para toda a sociedade o retrato em números de como anda as cidades da região em seus mais diversos setores: economia, segurança, saúde, educação, meio ambiente. A disponibilidade da classe empresarial, representada pelos empresários voluntários e pela CICS que coordena a Agenda também mereceu elogios. Fazendo uma auto-critica da minha participação como um dos debatedores, procurei reproduzir a preocupação da classe empreendedora, responsável pela geração de emprego, renda e impostos, mostrando alguns dados do quadro econômico da região, caracterizado pela pouca diversidade e um dos piores IDESEs do Estado. Também expressei o nosso desejo de ver as cidades mais integradas e alinhadas num planejamento estratégico regional como a Agenda Paranhana 2020. Os empresários, em sua grande maioria de pequeno porte, estão focados em seus negócios, nas dificuldades do dia a dia, mas, se fossem devidamente convidados para discutirem projetos estratégicos para suas cidades, dificilmente se omitiriam. E se queremos ser uma região de primeiro mundo (acho que ninguém é contrário), não basta fazer coisas boas, é preciso fazer com excelência. Que há algum descompasso, no sentido da integração, é notório e reconhecido por todos há tempos, todavia, tenho esperança que os prefeitos consigam superar os entraves para colocar em prática os projetos que a sociedade civil, parte interessada, almeja e necessita.

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