Apresentação

Este blog é uma tentativa de traduzir o trabalho do pensamento em palavra escrita, com direito a falhas, equívocos e perdões.
Obrigado aos que tiveram o trabalho de dedicar sua atenção!

Perfil

Marcos Kayser é filósofo e empresário. Escreveu o livro O Paradoxo do Desejo, com prefácio de Márcia Tiburi, onde busca investigar a "mecânica do desejo nas relações de poder", e o livro Quando Tamanho não é documento, contando a história da gestão da TCA, empresa da qual é um dos fundadores e foi vencedora do Prêmio Nacional de Inovação. Idealizador do Scopi, software líder de mercado, que tem como objetivo ajudar as organizações a criarem a cultura do planejamento.

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Três absurdos: econômico, jurídico e colorado

No artigo da semana passada, comentei sobre o absurdo da UTI do Hospital de Caridade, agora Bom Jesus, estar fechada há mais de meia década. Então, me lembrei de comentar outros três absurdos que transcendem uma única cidade. O primeiro absurdo é de ordem econômica, a extradição do empresário Sanfelice, condenado pela morte da esposa há anos atrás, em Novo Hamburgo. Imaginem o custo com todo o translado e mais o custo que ele dará aqui. Além do risco de uma nova fuga que gera mais custo para polícia, na medida em que demanda ações para o resgate. O segundo absurdo é a soltura do adolescente de Novo Hamburgo que confessou matar 12 pessoas e foi condenado por 6. Segundo o juiz “ele não podia voltar ao seu meio”, mas teve que ser solto porque a lei manda. Absurdo jurídico soltar alguém considerado um serial killer com a certeza de não ter sido recuperado. Uma irresponsabilidade. Absurdo saber que a lei está errada e tanto os homens da justiça como os legisladores nada fazem objetivamente para alterá-la. Uma negligência. O terceiro e último absurdo é o Inter ter feito o que fez no mundial com o seu torcedor e ainda manter o seu treinador, afinal, Roth já não tinha ido bem no Brasileirão, sob a desculpa da preparação para o mundial. Na tragédia contra o Mazembe tirou os dois melhores jogadores em campo, Tinga e Sobis, preferindo o “espetacular” Wilson Mathias. Não que Roth seja o único culpado, a diretoria e os jogadores tem suas parcelas, mas o treinador, além de não reconhecer seus erros e teimar em ser mal humorado, não consegue fazer o time ter uma mecânica que dê sustentação à defesa e efetividade ao ataque. Bendito Damião!!! Quem não sabe aprender com os erros, está destinado a perder. Como torcedor colorado, espero estar enganado.

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