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Notícias frequentes sobre crimes cibernéticos chegam a assustar.  Ataques em escala mundial, roubos de dados, esquemas fraudulentos: é tanta falcatrua que, às vezes, fica difícil abrir a caixa de e-mails sem temer uma invasão.

O perigo existe, sim. Contudo, precauções simples diminuem bastante as chances de problemas. Continue a leitura e saiba o que fazer para se prevenir de hackers e golpistas.

Phishing: sites falsos capturam dados do usuário

É bem provável que você conheça alguém que já teve o cartão de crédito clonado. Talvez tenha até passado, pessoalmente, por uma experiência dessas.

Muita gente aprende com os traumas, mas as fraudes estão cada vez mais sofisticadas. Assim, o usuário precisa redobrar os cuidados para não cair num golpe muito comum na web: o phishing.

Os criminosos utilizam e-mails falsos para se passar por agências bancárias e lojas virtuais. Geralmente, a mensagem fala de um problema no cadastro ou de um débito atrasado. Isso leva a pessoa a acessar um website também fajuto e a fornecer dados como login, CPF ou mesmo o número da conta bancária.

Não dá para culpar quem cai num esquema desses. O desespero de ficar inadimplente ou de perder o acesso a algum serviço leva o indivíduo a agir no impulso. Recentemente, a mira recaiu sobre clientes da Netflix. O e-mail malicioso avisava que o perfil seria bloqueado devido a uma irregularidade no meio de pagamento.

Bancos também são alvos frequentes do phishing, além de empresas como Google, Dropbox, PayPal e Facebook, conforme dados da companhia de cibersegurança Webroot. O design das páginas falsas engana pela semelhança com os sites originais. Os textos também são muito convincentes.

Para piorar, estima-se que sejam criados 1,4 milhão de websites fraudulentos por mês. Eles ficam no ar por poucas horas, o que dificulta o trabalho que as autoridades têm para rastrear os golpistas.

Por isso, a melhor maneira de prevenir o roubo de dados pessoais é agir com cautela. Acompanhe as dicas:

– Nunca revele senhas por chat ou e-mail;

– Tampouco forneça informações sensíveis, como telefone ou número de documentos;

– Desconfie de cobranças online, pois instituições financeiras não costumam se comunicar assim;

– Verifique o endereço eletrônico ou o domínio do site, já que URLs maliciosas possuem erros de grafia ou um “.org” no lugar do “.com”, por exemplo;

– Não abra anexos nem clique em links suspeitos.

Vírus, spyware, worm… Entenda a diferença

O hábito de baixar arquivos e acessar conteúdo pirata na rede também é prejudicial. Portais para download de jogos ou séries podem esconder softwares escusos, com o objetivo de invadir computadores alheios e causar danos.

O denominado malware (abreviação em inglês para “programa malicioso”) pode estar numa barra de ferramentas, numa demonstração de game ou na assinatura de um serviço. Por vezes, não dá sinal de presença. Algumas máquinas infectadas, porém, podem ficar lentas, ter panes frequentes, abrir pop-ups do nada e redirecionar o navegador a sites indesejados.

Existem diferentes classificações para esses intrusos. Os mais comuns são:

Spyware: coleta o histórico de navegação e as senhas para repassar esses dados a terceiros;

Adware: geralmente instala barras de tarefas e abre janelas com propagandas irritantes, mas nem sempre é perigoso;

Vírus: programa ou código que se alastra pelos computadores, podendo inutilizar e destruir sistemas inteiros – inclusive assumindo o controle do equipamento e executando ações por conta própria;

Trojan: esse nome alude ao Cavalo de Troia e o malware funciona tal como um presente de grego, escondendo ameaças por trás de algo útil ou divertido;

Rootkit: fornece acesso administrativo a hackers, o que permite aos criminosos controlar livremente o computador;

Worm: autorreplica-se e espalha-se pela rede, consumindo muita memória e travando o sistema.

A forma de combater esses forasteiros também inclui bons hábitos. Abrir arquivos e acessar páginas ou aplicativos desconhecidos é algo a ser cuidado. Na dúvida, melhor não clicar em nada.

Ainda, vale reforçar as configurações de privacidade, tanto do navegador quanto do próprio dispositivo pessoal. Ao utilizar o smartphone ou o notebook numa rede pública, é preferível não acessar apps que precisem de senha, como os de bancos e redes sociais.

Por fim, recomenda-se manter o browser atualizado e instalar soluções de segurança, como antivírus e firewall. Além de fazer uma varredura em busca de arquivos infectados, eles detectam com antecedência possíveis invasões.

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