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As últimas décadas foram marcadas por tecnologias que prometeram revolucionar o mercado do entretenimento. Volta e meia surgia uma mídia inovadora, que prometia praticidade, mais capacidade de armazenamento ou som e imagem em altíssima definição.

Acontece que, embora alguns gadgets realmente tenham pegado, outros tantos ficaram pelo caminho. Alto custo, marketing ruim ou a simples mudança dos hábitos de consumo fizeram com que o público abandonasse esses aparelhos. Olhando para trás, é impressionante perceber como tudo evoluiu tão rápido.

9 tecnologias obsoletas

Hoje se fala em obsolescência programada. Smartphones, periféricos e softwares são feitos para durar um tempo limitado, forçando o usuário a atualizar o sistema ou comprar um novo dispositivo.

A discussão é importante – e longa –, mas não é disso que vamos tratar aqui. Fato é que, para conseguir lucrar com Iphones e tablets, a indústria já teve que testar muitos produtos. Alguns deram certo por um tempo. Outros foram um fracasso total. Conheça alguns exemplos.

  1. Fax

Esse aparato foi muito utilizado por empresas durante as décadas de 1980 e 1990. A ideia era mesmo incrível: enviar e receber documentos pela linha telefônica, sem gastar com motoboy ou correio.

A folha original era copiada numa ponta e “transformada” em frequências de áudio. Os tons eram interpretados pela máquina do outro lado, que reproduzia o conteúdo, em preto e branco.

Com a popularização da internet e o uso de scanners de mesa, o fax ficou em segundo plano.

Fax

 

  1. Pager

Até a virada do século, o aparelhinho era sinônimo de status. Só mesmo gente importante, como médicos ou executivos, para precisar de um desses.

Funcionava assim: a pessoa ligava para uma central telefônica e deixava o recado. O usuário do pager recebia um sinal de que havia gente o procurando. No início, o troço só vibrava ou apitava. Versões mais modernas recebiam mensagens de texto, geralmente com um número de telefone para o qual o sujeito deveria retornar.

Realmente, muito útil para emergências… Até a chegada do SMS.

Pager

 

  1. Laser Disc

Do tamanho de um LP de vinil, esse trambolho armazenava vídeo com uma qualidade de imagem até que razoável. O problema era o espaço: cerca de 30 minutos de gravação em cada lado.

Ou seja, um filme clássico como E o Vento Levou (238 minutos) teria que ser lançado numa caixa com quatro bolachões. A cada meia hora, alguém precisaria levantar-se do sofá para trocar o disco. Fica fácil imaginar por que não deu muito certo.

Laser Disc

 

  1. Agenda eletrônica

Quando faltava espaço no caderninho, essa era a salvação. Jovens e adultos de 20 anos atrás conseguiam armazenar inacreditáveis 150 contatos na agenda eletrônica – nome e telefone fixo, obivamente, pois celular era artigo raro.

Para não dizer que os eletrônicos do passado tinham uma única função, o dispositivo também servia como calculadora! Quem poderia imaginar que os telefones móveis – aqueles trambolhos – assumiriam esse papel, né?

Agenda Eletrônica

 

  1. Mini Disc

Era menor que um disquete e mais resistente que um CD. Possuía som de alta qualidade. Não bastasse tudo isso, as músicas podiam ser regravadas como numa fita K7, algo até então improvável em mídias digitais.

A intenção do MD era das melhores. Apesar da praticidade e da qualidade, porém, a fabricante Sony não soube aproveitar o potencial. A tecnologia perdeu espaço de mercado para os CD graváveis. E essa não foi a primeira vez que a japonesa viu um bom produto fracassar.

Mini Disc

 

  1. Betamax

Entre os anos 1970 e 1980, a Sony apostava no Betamax, tecnologia de reprodução caseira de vídeo. As fitas eram compactas e ofereciam uma ótima imagem. Contudo, o formato rival permitia mais horas de gravação, além de custar menos. Era o Video Home System (VHS).

Sim, mais tarde viriam o DVD e o streaming. No entanto, isso não impediu que o VHS reinasse absoluto até o fim do século XX.

Betamax

 

  1. Game Boy

Lançado pela Nintendo em 1989, o console portátil virou febre e gerou inúmeras imitações. Foi graças ao minigame que jogos como Tetris e personagens como o Super Mario ganharam fama entre os brasileirinhos.

O display em preto e branco, de 160 x 144 pixels, hoje arrancaria risadas de quem está acostumado aos casual games em 3D para tablets e smartphones. Os efeitos sonoros característicos também eram bastante limitados.

Game Boy

 

  1. CD Changer

Houve uma época não muito distante em que se ouvia CD no carro. Essa geringonça, que ficava escondida no porta-malas, carregava vários disquinhos de uma vez. Pelo painel do automóvel, era possível escolher o que ouvir – ou então a pessoa deixava tocando tudo, sem interrupções.

Solução perfeita para viagens longas, mas que morreu por causa do MP3.

CD Changer

 

  1. Pendrive

Falar do disquete seria óbvio demais. Agora, pensar que até mesmo os dispositivos de memória USB estão com os dias contados, bem, isso assusta.

Anos atrás, um pen drive de 516 MB saía por cerca de R$ 80. Hoje, o mesmo valor paga um equipamento de 32 GB – e ainda sobra troco. A questão é que, com o armazenamento em nuvem e a banda larga, não é preciso mais gastar com esses aparatos. Dá para investir em algo muito melhor.

Pen Drive

 

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Você se lembra de outros aparelhos inovadores, mas que perderam a função? Deixe um comentário!