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O mercado de trabalho exige profissionais dinâmicos e proativos. Quanto mais ágil o colaborador, maior tende a ser a recompensa. O vendedor que fecha muitos negócios no mês ganha um bônus. O setor que bate metas de produção gera mais lucros para a empresa, também abocanhando uma comissão.

Parte dessa demanda vem da clientela. Afinal, ninguém gosta de esperar horas pela pizza da tele entrega, nem de gastar precisos minutos pendurado num chat para resolver uma briga com o suporte técnico da TV por assinatura.

Acontece que velocidade nem sempre é sinônimo de produtividade. Imagine um automóvel: mesmo a máquina mais poderosa precisa de pausas para abastecer e trocar o óleo. Se uma Ferrari corre solta pela estrada, em algum momento um pneu fura ou acaba a gasolina. Aí, qualquer fusquinha a ultrapassa.

No mundo corporativo, o desgaste humano se manifesta de muitas formas. Ansiedade, gastrite e irritabilidade são alguns sintomas. Em casos graves de esgotamento, corpo e mente travam. É a síndrome de burnout.

Felizmente, há maneiras de evitar que o estresse atinja níveis tão altos. A solução está em incluir pequenos intervalos na jornada diária.

Mindfulness: respirar ajuda na concentração

Uma mente focada produz mais e melhor. É a partir dessa ideia que algumas organizações têm incorporado princípios do mindfulness no dia a dia dos escritórios.

A técnica desenvolve a chamada atenção plena. É uma faculdade que qualquer pessoa possui, mas que pouca gente utiliza. Trata-se de estar presente no momento, mantendo a consciência do que acontece ao redor, sem reagir de maneira automática aos estímulos.

O objetivo é conquistado por meio da meditação. Porém, não é preciso recorrer a mantras nem acender incenso na sala de reuniões. Basta aprender a respirar.

Isso mesmo. Essa ação automática do corpo humano às vezes é realizada incorretamente. Por isso, os adeptos do mindfulness sugerem começar o dia com uma breve sessão de exercícios respiratórios.

Poucos minutos já são suficientes. Você deve:

– Sentar-se numa postura ereta, mas não rígida demais;

– Repousar braços e pernas confortavelmente;

– Fechar os olhos;

– Sentir a respiração.

A intenção é notar o ato físico em si: o ar sendo inspirado pelo nariz e expirado pela boca, o peito e a barriga inflando e desinchando. É normal que os pensamentos pipoquem pela cabeça, mas, se a atenção vagar para outro rumo, faz-se um esforço para retomar a concentração na respiração.

Passado um tempo, pode-se abrir os olhos. Recomenda-se, ainda, notar os sons do ambiente, sentir como o corpo está, perceber quais pensamentos e emoções circulam na mente naquele instante. A chave é observar sem julgar.

Claro que essa é apenas uma sugestão. Existem outras técnicas de relaxamento que podem, inclusive, ser gerenciadas com aplicativos de celular. O importante é reservar um tempo do dia para diminuir a carga de estresse.

Vale lembrar que a ciência corrobora os benefícios. Estudos apontam que meditação e mindfulness ajudam a reduzir a pressão sanguínea, aumentar a densidade da massa cinzenta e fortificar o córtex cerebral, melhorando justamente a atenção.

Voltando ao exemplo da Ferrari, pense na pausa como um intervalo para calibrar os pneus, abastecer e voltar com potência total.

Ginástica laboral para prevenir distúrbios

Não é só a cabeça que precisa de um tempo para se recuperar. O corpo também sofre, mesmo nas situações aparentemente mais calmas. Passar o dia sentado em frente ao computador, por exemplo, exige demais da coluna e dos braços.

Excesso de serviço e má postura podem desencadear lesões por esforço repetitivo (LER) e distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT). Começam com uma dorzinha boba no pescoço ou nas mãos, mas, se não tratados, podem se intensificar. Pacientes em estágio avançado mal conseguem digitar um e-mail.

O problema é que muitos trabalhadores se acostumam ao incômodo. Eles não percebem que o desconforto os faz executar as tarefas num ritmo mais lento. A falta de uma posição adequada na cadeira atrapalha a concentração e intensifica a fadiga. Em outras palavras, no médio prazo, o rendimento cai.

Para prevenir esses quadros, a saída está na ginástica laboral.  Ela consiste em alongamentos para estimular os grupos musculares que são mais solicitados na jornada. Cada sessão dura entre dez e 20 minutos.

A pausa pode ser no início do expediente, de maneira preparatória, para ativar a circulação sanguínea e elevar a disposição. Outras equipes preferem exercícios compensatórios, entre turnos, que servem para quebrar a monotonia operacional e compensar o esforço repetitivo.

Há, ainda, atividades de relaxamento para o fim do dia. Elas oxigenam o corpo e evitam o acúmulo de ácido lático, prevenindo lesões.

Qualquer que seja a necessidade da empresa, cabe procurar um fisioterapeuta ou um personal trainer para desenvolver um programa específico. A ginástica laboral pode ser feita na própria estação de trabalho, sem utilizar equipamentos caros de educação física.

Com esses intervalos, qualquer profissional ganha mais energia para atender clientes e fechar negócios com agilidade. Só que a tecnologia também precisa dar uma força. Quando a conexão oscila ou fica lenta demais, não há funcionário que mantenha a produtividade.

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