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O eterno confronto entre mocinhos e bandidos sempre rende história. Se o conflito envolver um game de ação e estratégia com cenários realistas, então, o sucesso é garantido.

Talvez seja a jogabilidade simples que torne o Counter-Strike um dos first-person shooters mais populares do planeta. A dinâmica é, de fato, bem elementar. Dois times se enfrentam em partidas on-line. De um lado, os terroristas. Do outro, os agentes do governo. As missões podem ser plantar/desarmar uma bomba, resgatar um refém ou eliminar um alvo da equipe adversária.

Desse enredo básico, surgiu uma franquia que empolga jogadores desde 1999. A seguir, conheça curiosidades sobre o game.

Mods para um mod

Daria para mensurar a popularidade de um jogo apenas pela quantidade de mods disponíveis na web. Essas versões não oficiais são feitas por fãs e apresentam alterações em relação ao game original. Podem ser novos campos de batalha ou armas exclusivas.

Um mod de Counter-Strike tão famoso quanto polêmico foi o CS_Rio. Ele reproduzia os casebres, as vielas e as ladeiras de uma favela carioca. Tinha até um campo de futebol onde se podia chutar a bola. Na trilha de fundo, um funk “proibidão”.

Desenvolvido pelos brasileiros Joca Prado e Roger Sodré, o mapa foi lançado em 2001. Em duas semanas, já contabilizava 30 mil downloads – fora as cópias piratas vendidas em camelôs.

A irreverência tupiniquim também levou à criação dos modos da vila do Chaves. Neles, o tiroteio acontece na pacata vizinhança do seriado mexicano. Como o espaço é um tanto limitado, não há possibilidade de embates épicos. Ainda assim, vale pela nostalgia.

O interessante é que o próprio CS surgiu a partir de um mod de outro jogo, Half-Life, da Valve Corporation. Minh Le e Jess Cliffe, criadores da modificação, acabaram contratados pela empresa e cedendo os direitos da versão alternativa.

É por isso que a primeira edição do game foi, na verdade, a extensão Half-Life: Counter-Strike. Mais tarde, viriam os títulos independentes, como Counter-Strike 1.6, Counter-Strike: Condition Zero e, mais recentemente, Counter-Strike: Global Offensive.

Counter-Strike CS_RIO

O mapa CS_RIO emulava uma favela carioca

 

Venda proibida

Em janeiro de 2008, o juiz federal Carlos Alberto Simões de Tomaz proibiu a comercialização do Counter-Strike em território nacional. Ele alegou que a história virtualizava um enfrentamento entre policiais e traficantes do Rio de Janeiro, além de ensinar táticas de guerrilha. Segundo o magistrado, isso atentaria contra o estado democrático e a segurança pública.

A Eletronic Arts, distribuidora do CS no Brasil, esclareceu que a ambientação na comunidade carioca não era uma versão oficial do jogo. Ainda assim, o veto permaneceu em vigor por mais de um ano. A liberação das vendas ocorreu somente em junho de 2009, após outra decisão da justiça – dessa vez, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília.

Não que a proibição surtisse muito efeito. Na época, já era possível comprar o game pela internet e fazer o download diretamente no computador, sem necessidade de CD-ROM.

Pelo menos, a controvérsia serviu para fomentar debates sobre a violência nos jogos eletrônicos. Embora o realismo das cenas de matança impressione, não existe comprovação científica de que uma partida de Counter-Strike estimule comportamentos agressivos. A pobreza e a desigualdade social seriam, na opinião dos pesquisadores, o real problema a ser atacado.

Counter-Strike Vila do Chaves

Os mapas da vila do Chaves também fazem sucesso

 

Da LAN house para os torneios mundiais

Na virada do século, banda larga ainda era artigo raro (e caro) para a maioria dos jovens. A solução estava nas LAN houses. Era nesses espaços que os jogadores podiam desafiar tanto amigos quanto desconhecidos em campeonatos intermináveis de Counter-Strike.

Os estabelecimentos tinham suas estratégias para conquistar clientes. Rolava até prêmio em dinheiro. Para muita gente, a diversão não passava de um passatempo no contraturno da escola, mas, em alguns casos, as disputas foram ganhando ares cada vez mais profissionais.

Pode-se dizer que o CS foi um dos grandes responsáveis pela popularização dos eSports. Esses torneios internacionais de jogos eletrônicos movimentam torcidas e oferecem premiações milionárias. Já são, inclusive, transmitidos pelos canais esportivos da TV por assinatura.

Um dos melhores times de Counter-Strike: Global Offensive do mundo é formado por brasileiros. Somente em 2016, a equipe faturou US$ 1,8 milhão em títulos.

A preparação de um atleta de CS envolve condicionamento físico e até dieta. Porém, boa parte dos treinamentos técnico e tático acontece na prática, com horas em frente ao computador.

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