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Assistir a seriados pelo notebook. Participar de um debate acadêmico na sala de casa. Ouvir a discografia dos Beatles sem chegar perto de um disco. Essas e outras atividades corriqueiras seriam impensáveis, 20 anos atrás.

No post de hoje, você vai entender por que o streaming é tão inovador.

O que é streaming

A tecnologia de transmissão contínua serve para distribuir conteúdo digital, seja áudio ou vídeo. Ela se diferencia do download porque não é necessário baixar um arquivo e ocupar espaço no disco rígido do computador. Em vez disso, a máquina utiliza um armazenamento temporário, o buffer, e repassa os dados logo após recebê-los.

Existem duas modalidades. No streaming on demand, o episódio do seu podcast ou do seu seriado favorito fica salvo num servidor. Pode-se acessá-lo por meio de um website ou de um aplicativo específico, a qualquer hora. É o que acontece quando você escolhe um filme na Netflix ou uma playlist no Spotify.

Já o live streaming corresponde à transmissão em tempo real, mais ou menos como acontece com os programas de TV ao vivo. Essa funcionalidade tem se popularizado principalmente em redes sociais como Facebook e Instagram. Famosos usam muito esse recurso para fazer sessões de perguntas e respostas com seus fãs.

Mas esse método também é utilizado em outros canais. Rádios online só existem graças ao streaming. Idem para aulas e reuniões por videoconferência.

Partidas esportivas, premiações e outros eventos também podem ser acompanhados a distância. Por exemplo, existem universidades que oferecem links para assistir às formaturas pela web. É uma solução para alunos que tenham família em outras cidades e não possam levar os parentes para a cerimônia.

Como funciona o Streaming

Evolução do streaming

Todas essas possibilidades parecem até meio óbvias, especialmente para jovens com menos de 20 anos, que não conhecem o mundo sem internet. Porém, o acesso instantâneo ao conteúdo multimídia só foi conquistado após muita evolução técnica.

A primeira empresa a popularizar o streaming online foi a Progressive Networks, criadora do Real Audio. Na primeira metade da década de 1990, o som que chegava aos usuários era muito inferior ao do rádio.

A transmissão ocorria em mono e utilizava arquivos altamente compactados. Eles ficavam mais leves, mas perdiam em qualidade. Era o ônus que se tinha para receber os dados sem esgotar o limite de transferência da banda.

Ainda assim, houve marcos históricos que anteciparam as mudanças por vir. Em 1995, transmitiu-se o primeiro jogo de beisebol da internet em tempo real. O jornal Seattle Times de 31 de agosto daquele ano referia-se à ocasião com entusiasmo:

“O dia em que um torcedor ouvirá um jogo ao vivo de qualquer lugar do mundo, por meio de um computador pessoal, está chegando. É na próxima terça-feira”, dizia a reportagem que anunciava o confronto entre Seattle Mariners e New York Yankees.

Houve quem não entendesse a necessidade de escutar rádio pelo PC – afinal, o aparelho do carro já cumpria essa função. Ainda assim, em poucos dias, mais de 300 mil pessoas baixaram o software que dava acesso à novidade.

E o Brasil não ficou para trás. Em 14 de dezembro de 1996, Gilberto Gil e sua banda tocaram a música “Pela Internet” no escritório da Embratel, no Rio de Janeiro. A canção foi propagada online naquele mesmo instante, um feito até então inédito no país.

Esse projeto foi uma parceria da empresa de telecomunicações com a IBM e o jornal O Globo. Para que tudo desse certo, foi necessário mobilizar uma equipe de técnicos, produtores e músicos. As salas do prédio ficaram repletas de cabos. Tampouco havia Wi-Fi, vale lembrar.

O streaming de vídeo foi ganhando terreno nos anos seguintes. A Progressive Networks tinha o Real Video. A Apple trabalhava com o Quick Time. Já a Microsoft apostava no Windows Media Player. Cada companhia exigia o download de um software específico.

Os usuários, então, precisavam instalar diferentes aplicativos para assistir a clipes musicais e a piadinhas. Como a compactação ainda era um problema, muitos desses vídeos ficavam quase estáticos, rodando a poucos frames por segundo. A imagem chegava a ser pior que à de um GIF animado atual.

Streaming sem limites

Novos formatos surgiram, permitindo gerar arquivos leves e com mais fidelidade de som e imagem. MP3, MP4, AAC e MOV são algumas das extensões mais conhecidas. Hoje, elas permitem a transmissão de conteúdo com resolução superior à de um DVD.

A popularização da banda larga foi outro fator determinante para o streaming ser adotado em escala massiva. Quanto mais veloz a conexão, mais nítido fica o resultado.

É por isso que áudio travando, vídeo que não carrega e cenas pixeladas são coisas do passado. Com os Planos de Internet Fibra Ótica da TCA, você pode assistir aos filmes da Netflix em definição Ultra HD. É como ter um cinema na própria sala de casa.

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